domingo, 7 de novembro de 2010

Dilma é Rock & Roll!! Parabéns D. Dilma, o P.U.R.R.A. lhe felicita !!

( DILMA ROUSSEEF IS A ROCKER !! CONGRATS MRs. DILMA, P.U.R.R.A. SALUTES YOU !! )

* Este POST parece meio "Off-Topic". Na verdade não é, e se deu devido a algumas matérias que li na NET sobre as posturas corretas do Lula e do PT acerca da censura na Internet. *


Olá ROCKERS de TODO o País, uni-vos em torno do novo partido político do Brasil:  O P.U.R.R.A.!
P(artido) U(nido do) R(ock &) R(oll) A(tento).
Pensamos em batizá-lo Partido Oriundo do Rock and Roll Atento , mas por motivos óbvios e bastante claros, desistimos desta sigla na última hora.       :)
 

Esperamos que a Dilma realmente tenha ainda a rebeldia juvenil, e o seu espírito revolucionário para lutar e acabar de uma vez com estes "caras" que manipulam TUDO em seu próprio favor! Também esperamos que ela faça a tão eperada reforma fiscal que faz com que a quase extinta classe média acabe pagando todas as contas! Esperamos também que ela simplesmente não sancione a "Lei de Censura da Internet" de um certo "cara" de MG. Que ela garanta ainda mais a liberdade de expressão, e não nos faça, meros compartilhadores de informações, sermos confundidos com os verdadeiros piratas e usurpadores deste País!!


Por toda esta esperança, nós do P.U.R.R.A. lhe felicitamos!
Eu, que sou uma geração posterior da "geração que jurou nunca envelhecer", me recuso a acreditar que nós Rockers sejamos alienados, como alguns estúpidos que não gostam deste estilo musical e não entendem o Movimento, costumam dizer. Eu, fazendo uma versão do que Ian Anderson do Jethro Tull disse em algum dia: "Too Old to Rock ´n´Roll, Too Young to Die" - Eu estou muito velho para ficar praticando política, mas estou muito novo para aceitar estes imbecis nos roubando TUDO, desde a nossa qualidade de vida até nossa liberdade, todos os dias!
Todos vocês destas novas gerações têm responsabilidade política, social e cívica para com este País! Vamos fiscalizar cada político eleito, seja em que esfera for: municipal, estadual ou federal. Vamos cobrar cada atitude de cada um deles, pois afinal eles são pagos por nós (são funcionários públicos) e são nossos representantes, ou seja, eles têm de votar de acordo os nossos anseios! Quando cada Brasileiro fizer este exercício de Cidadania, denunciando em Blogs, fazendo a informação se espalhar por todas as Comunidades internautas, com certeza este País será melhor, com menos injustiças e corrupção!
Vocês não têm idéia do poder que está nas nossas mãos com a Internet. E agora o melhor: Nem eles!


Tenha a certeza que nós do P.U.R.R.A. estaremos de olho também na senhora!

ROCKERS DE TODOS OS ESTILOS UNI-VOS!!!





domingo, 24 de outubro de 2010

GRAND FUNK RAILROAD - Todo o peso da estrada de ferro que leva ao Heavy Hard Rock


( GRAND FUNK RAILROAD - All the weight of the railroad that leads to the Heavy Hard Rock )



Incrível, mas não estou conseguindo terminar o meu post sobre o Ratt. Simplesmente empaquei! Não que eu não tenha o quê falar sobre eles, mas, simplesmente as idéias estão me fugindo a cabeça. Peço desculpas à vocês, pois a isto se deve também este 'gap' sem posts.
:(
Então, como forma de desafiar o meu próprio 'bloqueio', específicamente sobre o RATT, decidi escrever agora sobre uma das Bandas que eu acredito ser o fiel retrato do Rock & Roll, e todo o desafio por quais passamos nesta vida! E esta Banda é o GRAND FUNK RAILROAD!
O Grand Funk é uma, e a única americana, das cinco Bandas precursoras do Heavy Metal/Hard Rock. As outras quatro são todas inglesas: Led Zeppelin, Deep Purple, Black Sabbath e a injustiçada, Uriah Heep. Cada uma destas cinco Bandas tem uma característica própria e marcante. Os seus sons são inconfundíveis para os que as conhecem. E destas cinco, o Grand Funk, por ser americano, contra-atacando a segunda onda de invasão inglesa ao seu território (a primeira se deu com Bandas como Beatles, Rolling Stones e The Who), foi a mais duramente criticada, não pelos seus "malabarismos" temáticos ou instrumentais (vide Uriah Heep), mas exatamente pelo contrário: a falta de técnica de seus componentes e seu som sujo e pesado.


O Grand Funk nasceu em Michigan, mais precisamente na cidade de Flint, em meados dos anos 60 com o nome de Jazzmasters, e logo depois, se juntaram a um disk-jockey chamado Terry Knight. Terry chegou a lançar uns dois álbuns com a sua Banda de apoio, o "The Pack" - pré-Grand Funk, cujo os integrantes eram Mark Farner (guitarras), Don Brewer (bateria), Craig Frost (teclados) e  um baixista chamado Don Lester. Após idas e vindas, encontros e desencontros de Terry com os Pack, em 1969 Terry Knight se converte a Produtor e Empresário deles, agora rebatizados de Grand Funk Railroad, um trocadilho com a estrada de ferro de Flint, Grand Trunk Western. Mais ou menos neste tempo o baixista Mel Schacher entra no grupo. O "ambiente" da época se tornou bastante propício para o crescimento de popularidade do Grand Funk entre os jovens americanos devido ao período de dissolução dos Beatles - a falta de ídolos para aquela juventude, a Guerra do Vietnã - grande palco de desilusões, mortalidade e repúdio desta mesma juventude, além de uma total falta de credibilidade dos jovens para com os "donos do sistema". Assim, aproveitando-se de todo este descontentamento, e também com o espírito "visionário" de Mr. Knight, eles caíram no coração e nas graças destes jovens, com suas letras pacifistas. revolucionárias e ao mesmo tempo com um som sujo, mas totalmente energético!!! Suas apresentações ao vivo eram brutais e selvagens, o que propunha uma enorme identificação com esta juventude. Uma prova do quê estamos dizendo está registrado na primeira faixa do álbum ao vivo Grand Funk - Live Album. de 1971, onde no início de "Are you Ready" a Banda chega a ser "sufocada" pela audiência!!


Quando dissemos que o GFR era um exemplo "de vida". Escutem a 'crueza' do primeiro disco "On Time". Mais específicamente a faixa 'Heartbreaker' (não confundir com o petardo do Zeppelin II). Esta música é carregada de uma emoção ímpar, e com um adendo: apesar de na época já existir o recurso de mixagem e gravação por pistas, o bom Mark não consegue terminar uma escala, ponto de destaque da música, sem "enganchar" nas cordas. Simbólico. No disco ao vivo de 1976, "Caught in The Act", esta mesma música é executada com perfeição e até mesmo com uma pitada de ironia. Ouçam!

O GFR teve de lutar contra a pesada crítica da época, contra os seus "pares" ingleses (Jimmy Page certa feita disse: "O Grand Funk é uma barulheira só! Eles são incapazes de fazer números acústicos como fazemos!" - Led Zeppelin), contra a má administração financeira de Terry Knight, e até contra o tempo, uma vez que eles tinham de estudar muito seus instrumentos, além de gravar e fazer Shows. Por outro lado, a seu favor, toda uma geração de jovens americanos, um cobiçado mercado para qualquer artista até os dias de hoje. A grande verdade é que a "massa" elevou o GFR até um lugar de destaque no mercado americano, e a crítica, com o passar dos álbuns teve de reconhecer o talento e o poder deles! Eles venceram por sua luta e garra - uma lição de vida! Eles se tornaram a resposta Americana aos Ingleses! Em 1972, um grande amigo dos primórdios da Banda retorna. Craig Frost, e com a sua ajuda, agora a Banda refina o seu som! No lançamento deste mesmo ano, "Phoenix", uma analogia ao término, e ao resnascimento sem Terry Knight. Neste disco já se percebe uma fortíssima influência de Frost, influenciando até mesmo Mark a tocar um agressivíssimo órgão em algumas faixas, notadamente na primeira, 'Flight Of The Phoenix'. Este disco, para mim, entra no HALL dos imprescindíveis para se ouvir e ter, seja em qual forma de mídia ou armazenamento for. A saber: fita de rolo (muito antiga), fita k-7, vinil, CD,MP3, qualquer coisa, mas tenham!!
 

E aí, abre-se uma sequência do "HALL dos imprescindíveis": 'We´re American Band" - precisa dizer mais alguma coisa? Só reforça o que falamos acima: EUA x Inglaterra; "All the Girls in The World Beware" de 1974, muito bom LP! O seu trabalho de capa, fêz até os mais ingênuos pensarem na época: "Putz, os caras são 'put@ malhados' - e sem a informática "comendo no centro" hein - Geração mouse/Windows-? Hehehe, brincadeira!; No mesmo ano (74), "Shinin´ On", que além de 'imortal' musicalmente, traz uma outra capa 'futurista' - com direito a um óculos 3D!; Em 1975, (76 para nós brasileiros), o imperdível álbum ao vivo - "Caught In The Act", citado anteriormente. Na minha opinião, muito melhor do quê o "Live Album" de 1971, por motivos óbvios. A Banda está mais madura técnica e musicalmente, com um enorme domínio de palco, e acima de tudo afiadérrima, em contra-ponto a histérica apresentação de 1969 - lançado em 1971. Sguramente um dos melhores registros ao vivo do Rock & Roll!; "Born To Die", ainda em 1975, feito sob uma enorme pressão sentimental, pois Mark perdia um primo seu em um acidente rodoviário. Um disco cheio de sentimentos, dor, revolta contra os políticos e sua leis e até mesmo questionamentos religiosos. A sua capa, um tanto macabra diz tudo. Para quebrar o clima, "Sally", composta para uma antiga namorada juvenil de Farner, uma balada-country ingênua; E finalmente, encerrando a sua fantástica primeira fase, um LP produzido por Frank Zappa, com o sarcástico título "Good Singin´Good Playin´ " - "Cantando Bem, Tocando Bem", só ouvindo para crer na competência e descontração da Banda. FANTÁSTICO!


Bem, após um hiato de alguns anos, o GFR se reuniu de novo e lançou mais alguns álbuns, anos a fora, alguns até com formações diferentes, sem Mel Schacher e até mesmo Mark Farner. Não iremos aqui abordar esta outra fase por apenas acreditarmos quê a ESSÊNCIA do Grand Funk Railroad se concentra, realmente na fase 1969-1976. Não que não hajam trabalhos interessantes na fase mais nova, mas não ousaremos sequer comparar. Apenas ouçam os trabalhos e teçam as suas próprias opiniões. Isto é Democracia, isto é a vida - isto é o Grand Funk Railroad!

(*) - Para os quê se interessarm pela envolvente história desta fantástica Banda, por favor visitem o BLOG co-irmão, ( http://cavalosemnome.blogspot.com/search/label/Grand%20Funk%20Railroad ), que traz também a discografia e um excelente texto da GRANDE REVISTA "Rock, a história e a glória" de 1975.
Clique na capa do livro abaixo para acessar o BLOG co-irmão mencionado acima!


Nós temos :) !!!
Abraços e até a próxima!



Discografia: 

Grand Funk Railroad - 1969 - ON TIME
Grand Funk Railroad - 1970 - GRAND FUNK
Grand Funk Railroad - 1970 - CLOSER TO HOME
Grand Funk Railroad - 1971 - LIVE ALBUM
Grand Funk Railroad - 1971 - SURVIVAL
Grand Funk Railroad - 1971 - E PLURIBUS FUNK
Grand Funk Railroad - 1972 - PHOENIX
Grand Funk Railroad - 1973 - WE'RE AN AMERICAN BAND
Grand Funk Railroad - 1974 - ALL THE GIRLS IN THE WORLD BEWARE!!!
Grand Funk Railroad - 1974 - SHININ'ON
Grand Funk Railroad - 1975 - CAUGHT IN THE ACT
Grand Funk Railroad - 1975 - BORN TO DIE
Grand Funk Railroad - 1976 - GOOD SINGIN', GOOD PLAYIN'
Grand Funk Railroad - 1981 - GRAND FUNK LIVES
Grand Funk Railroad - 1983 - WHAT´S FUNK?

Grand Funk Railroad - 1997 - BOSNIA
          Part1
          Part2

(**) Um presentinho especial para os nossos LEAIS leitores e FÃS desta Banda - História e Garimpagem pura!

* Pré-Grand Funk Railroad *



- Terry Knight & The Pack - Reflections (1967) 
          LP
          Singles

- Terry Knight And The Pack - Terry Knight And The Pack (1966)
          LP



sábado, 9 de outubro de 2010

John Lennon - Hoje, 09-10-2010 - 70 anos... remembering.



Bem, em edição extraordinária estamos fazendo um segundo post, pois lembramos que hoje o grande John Lennon estaria completando 70 anos, se aquele débil, assassino idiota, naquele fatídico dia 08 de Dezembro de 1980 não disparasse contra ele.

Falar sobre Lennon é literalmete "chover no molhado", por tudo o que ele fêz com os Beatles, por sua postura política, social e todo o seu legado cultural deixado para as futuras gerações.A sua história é digna de filmes. FilmeS mesmo!


Então, como uma espécie de Tributo à ele, sugerimos a audição meticulosa deste álbum duplo de 1972 - "Sometime in New York City", aqui contemplado em um CD simples. O meu vinil é duplo. O primeiro disco tem exatamente o conteúdo deste CD, que é a parte gravada em estúdio.O segundo disco do vinil duplo é um Show (ou parte dele) com as seguintes músicas: "Cold Turkey", "Don´t Worry Kyoko" e uma JAM Session gravada con Frank Zappae os 'Mothers Of Invention' com mais quatro músicas: "Well (Baby Please, Don´t Go)", "Jamrag", "Scumbag" e "Aü".



O disco abre com a emocional "Woman is the nigger of the World", a linha melódica do sax em sua introdução já nos faz oerceber que esta não é só mais uma música deste LP. Lennon canta com tão forte emoção que torna esta música um HINO! Um hino para tentar acordar nós homens para a importância das mulheres. Logo depois, Yoko canta "Sisters, O Sisters", nesta faixa ela conclama as "irmãs" à construção de um mundo novo, com o uso da sabedoria, visando a liberdade e o respeito às mulheres, mais uma vez com uma mãozinha de John. "Attica State" é a terceira música, um rock & roll que poderia até figurar no White Album dos Beatles, pesadinha, com um riff insinuante de slide guitar,´na verdade ela é uma convocação para que todos os cidadãos de NY (e do Mundo), se unam e lutem pelos direitos humanos. A letra aborda a rebelião da prisão Attica em NY (1971), que deixou um saldo de 43 mortos e convoca uma revolução pelos tais direitos humanos.A próxima "Born In A Prision" é uma outra melodia marcante, principalmente pelas partes de sax - intro e solo. Trata de uma constatação de que desde a época da escola, até a nossa morte, passando é lógico, por nossa existência vivendo neste sistema educacional... O lado 1 "fecha" com o rock & roll de primeira linha "New York City". É só aumentar e sair por aí dançando... Satisfação garantida!

Lado 2? Então vamos lá... "Sunday Bloody Sunday", não é aquela do U2, mas o tema é exatamente o mesmo. Concentrada no 'groove' do contrabaixo de Klaus Voormann a letra é extremamente ácida: "You anglo pigs and scotties/Sent to colonize the North/You wave your bloody Union Jack/And you know what it's worth!/How dare you hold to ransom/A people proud and free/Keep Ireland for the Irish/Put the English back to sea!", não é preciso dizer mais nada, certo? Na sequência vem "The Luck Of The Irish", uma canção, com uma batida bem marcada, que canta uma lamentação que complementa a música anterior. "John Sinclair" é um típico western que reinvindica a libertação do poeta, ativista pelos Direitos Civis e militante antiracista, que teve a sua prisão decretada em 1969 por porte e oferta de marijuana à um agente de narcóticos infiltrado. O grande "barato" desta música são as várias steel e dobro guitars fazendo a parte melódica e as insistentes convenções "Gotta" que na época até parecia que o disco estivesse arranhado. "Angela" é a penúltima música do disco é sobre Angela Davis, integrante do partido Panteras Negras, sobre a sua prisão, a perda de seu marido. Outra emocionante, bastante politizada e engajada música. Fechando o 'play' vem "We´re All Water", uma festa altamente divertida cantada por Yoko que prega que não exitem muitas diferenças entre nós, aliás muitas semelhanças em essência.

E como um presente para os reais admiradores de Mr. Lennon, a versão alternativa (outtakes) deste´GRANDE álbum!







QUE DEUS O TENHA JOHN WINSTON LENNON !! DESCANSE EM PAZ !!!




Chris Spedding - O "guia" da reunião dos escoteiros da guitarra!

( Chris Spedding - The "guide" of the Guitar Jamboree! )


Olá pessoal!


Estava 'louco' para postar algo de grande valor para vocês, então, ao levar Bimbo - nosso mascote, Fox Terrier - para o seu passeio matinal me veio à cabeça o seguinte refrão: "See the men that made music history at the Guitar Jamboree..."

E aí eu pensei: YES, Chris Spedding!

Sem dúvidas Chris Spedding será uma preciosidade para os que ainda não o conhece.

Mr. Spedding é um legítimo filho da 2a. Guerra Mundial. Nascido na Inglaterra em 1944, ele nem chegou a conhecer o seu pai, que faleceu em combate - era piloto graduado da Real Força Aérea Australiana. O seu nome de batismo era Peter Robinson, e aos três meses de idade ele foi adotado pelo casal Spedding que o rebatizou de Christopher Spedding. Desde cedo foi "empurrado" pelos pais para desenvolver suas habilidades musicais com violino(!!!???!!!). Nos idos de 1957 - bons tempos aqueles - à ele foi apresentado o Rock & Roll por meio dos 'desbravadores' Bill Halley, Buddy Holly, Elvis Presley, Gene Vincent e Eddie Cochran, o quê o fêz mudar totalmente a sua forma de tocar seu violino... e daí, mudou para a guitarra (Thanks GOD!!). Percorrendo o mesmo início de quase todos os músicos daquela época, tocou em várias pequenas Bandas, conheceu profundamente o Blues, tocou como músico de estúdio com muita gente muito boa, visitou também o Jazz. Em 1971 lança o seu primeiro trabalho 'solo', com influências de seus heróis do Rock e em 1975 foi convidado para participar do álbum conceitual "Peter and the Wolf", baseado na obra do músico clássico Prokofiev com uma "pá" de grandes músicos (ver tópico "Peter & Wolf" abaixo).


Em 1976 lança outro registro solo que contém fortes influências daquele pessoal Rocker do final dos 50, T. Rex, Dylan, e até passagens mais intimistas. Mas o GRANDE momento do LP é "Guitar Jamboree".


O quê se pensar quando se juntam Albert King, Chuck Berry, Jimi Hendrix, Pete Townshend, Keith Richards, Leslie West, Eric Clapton, Jimmy Page e Jeff Beck em uma só sessão, em uma só música e ... em uma só pessoa? Isto mesmo, não erramos! Chris lembra estes caras em rápidas passagens, seja em riffs ou trecho de seus solos, acentuando algumas e suas características e tônicas em rápidos flashes! Sem dúvidas uma grande homenagem à eles, e também um recado claro que mais um interessante guitarrista estava despontando, agora para o grande público.
 
Abaixo a letra desta grande número para vocês entenderem do quê se trata:

"See the men that made music history at the Guitar Jamboree

The Guitar Jamboree's in town
Musicians come from miles around
And everybody goes
To see their guitar heroes

Here's Albert King
He's playing his ?
No one can get within a mile of him
When he plays the blues

See the men that made music history at the Guitar Jamboree

Chuck Berry was here too with his famous duck walk
But that ain't all he can do 'cause he makes a guitar talk

See the men that made music history at the Guitar Jamboree

The night they still talk about
Was when Jimmy Hendrix played
Now, Jimmy will be sadly missed
For the sound he made

See the men that made music history at the Guitar Jamboree

Here they come, hear
Jack Bruce
Pete Townshend
Keith Richards
George Harrison
Here's Eric
Jimmy Page
Jeff Beck
Paul Kossoff
Leslie West
Dave Gilmour

Come on, it's the Guitar Jamboree
Everybody's here
All the guitar heroes
Let's hear it "

No decorrer dos anos Chris foi lançando alguns albuns com alguma irregularidade, dedicando grande parte de seu tempo (e criatividade) sendo músico de estúdio e Produtor (até os Sex Pistols -pasmem- ele produziu)!
 

"Peter and The Wolf"


Conheci este disco no final dos anos 70, achei legal e comprei para presentear ao meu filho (quando eu o tivesse). Muito, muito criativo, este material´mostra que tudo se pode no Rock & Roll! Sendo um álbum conceitual, quase uma 'peça de teatro' transportado para o vinil, olhem só o 'cast' desta Produção:
Narrator: Viv Stanshall
Peter: Manfred Mann
Bird: Gary Brooker
Duck: Chris Spedding, Gary Moore
Cat: Stephane Grappelli
Wolf: Eno
Pond: Keith Tippett
Grandfather: Jack Lancaster
Hunters: Jon Heisman, Bill Bruford, Cozy Powell, Phil Collins, Alvin Lee,
Robin Lumley, Julie Tippett and The English Chorale.

MUSICIANS:
Robin Lumley - piano
Julie Tippett, Bernie Frost - vocals
Manfred Mann, Gary Brooker, Eno - synthesizer
Pete Haywood - steel guitar
John Goodsall, Chris Spedding, Alvin Lee - guitar
Gary Moore - guitar on 2,3,5,7,9,10,17,20-22
Percy Jones, Andy Pyle, Dave Marquee - bass guitar
Cozy Powell - drums on 3,19
Phil Collins - drums
John Hiseman - snare drums
Bill Bruford - cymbals
Erika Michailenko - chimes
Stephane Grappelli, Henry Lowther, Jack Lancaster - violin
Produced by Jack Lancaster, Robin Lumley & Dennis McKay.
Recorded at Trident Studios,London.

Gente pouco conhecida? Façam este exercício... ;-)

 

Abaixo segue o que conseguimos garimpar aqui na NET sobre o cidadão:

Chris Spedding - 1971 - Backwood Progression
(*)Escolha o link do Megaupload

Chris Spedding - 1972 - Only Lick I Know

Chris Spedding - 1976 - Chris Spedding - part1
Chris Spedding - 1976 - Chris Spedding - part2

Chris Spedding - 1977 - Hurt!

Chris Spedding - 1980 - I'm Not Like Everybody Else

Chris Spedding - 1990 - Cafe Days-part1
Chris Spedding - 1990 - Cafe Days-part2



Chris Spedding - 1991 - Just Plug Him In!

Chris Spedding - 2002 - One Step Ahead Of The Blues-part1
Chris Spedding - 2002 - One Step Ahead Of The Blues-part2


Participações:

Peter and the Wolf (1975)
(*)Escolha o link do Megaupload

Robert Gordon And Chris Spedding - It s Now Or Never


Coletânea:

Chris Spedding - The Best Of Motor Bikin


quinta-feira, 30 de setembro de 2010

"BLOGcídio" - Longa Vida Aos Blogs e seus Bloggers !!

("BLOGcide" - Long Live Blogs and Bloggers!!)


Eu vinha engasgado durante algum tempo com este 'BLOGcídio' que estamos testemunhando por aí, mas hoje, depois de pelo menos mais de um ano, decidi escrever para um cara que tinha, o que considero um dos melhores BLOGs sobre o assunto, o Mason do 'Mason´s Pipe' –  ( http://masonspipe.blogspot.com/ ). Na esperança que ele 'reveja' os seus conceitos, e depois de tanto tempo - com a sua cabeça mais fria - espero vê-lo de volta à ativa, reconsiderando a sua posição, que entendo muito coerente na época. A verdade é que estamos perdendo, mais e mais, a nossa liberdade de expressão na NET! Sim, na Internet!


Talvez venhamos falar mais sobre este assunto no futuro, mas a verdade é que estes 'caras' que ganharam "as burras" de dinheiro com toda a rede de jornais, revistas, televisões e rádios, manipulando, moldando e fazendo uma censura velada a todas as informações que eles julguem "nocivas" a sua saúde financeira e a de suas instituições, querem fazer a utilização desta ferramenta tecnológica que é a Internet, como se fosse(m) seu(s) impresso(s), ou espaço(s) televisivo(s) ou radiofônico(s). Eles querem dominar mais esta forma de comunicação, que por si só, tem uma filosofia anárquica - afinal o quê é o roteamento de pacotes? -, e que nasceu e cresceu desta forma. Mais uma vez digo que temos de nos fundamentar na História, e lutar, lutar muito contra este sistema opressor desta meia dúzia de senhores que se acham acima de tudo e de todos. Não devemos e principalmente, não podemos deixar o Movimento Blogger, que é uma legítima ferramenta de amplificação de nossa Voz, Cultura e Expressão ser sufocado por estes “caras”... do tipo que em 1970 tinha uns 22 aninhos, e agora fica tentando a eleição mesmo tendo a sua “ficha suja” por Peculato e lavagem ou ocultação de bens, segundo Ação Penal 536, com data de autuação: 13/05/2010 (http://www.visaopanoramica.com/2010/06/09/ficha-limpa-ficha-suja-e-os-novos-candidatos/).


Abaixo segue o meu comentário - desabafo - ao nobre colega Blogger Mason:

‘ Mason, realmente uma pena! Comungo dos mesmos pensamentos seus quando você diz: "Por não aceitar este tipo de manifestação contrária à liberdade de expressar opinião e divulgar, sem fins lucrativos, música e cultura..." e também "... acompanhar a continuação da divulgação de minha coleção particular de discos..."!! Tudo correto, em minha opinião! Apenas não concordo de você "se privar" e também, "nos privar" de seus comentários altamente pertinentes sobre estes registros históricos. Se você der um lida no nosso Blog (salada-rock.blogspot.com), você verá alguns tópicos relacionados a este tema! Vamos resistir! Temos de resistir com o Movimento Blog ´n´ Roll, não podemos deixá-lo morrer! Penso que para cada Blog sobre o assunto fechado, outros tantos deveriam nascer! De certa forma, acredito ser esta, mais uma forma (talvez mais atual), de resistência, revolução, inconformismo e luta contra este sistema vil, onde tentam manipular os gostos das novas gerações em prol do enriquecimento de poucos e emburrecimento de muitos! Volta Mason, você é uma das peças fundamentais deste Movimento que nasceu e cresceu de forma espontânea esta nova forma de mídia que é a Internet! Vamos à luta! Como já disse o GRANDE Ronnie James Dio - "Stand up and Shout" - Em nosso caso, pela Cultura, Liberdade e Rock´n´Roll! Pensa aí...

E retorna!"

domingo, 26 de setembro de 2010

Thin Lizzy: (PRO)Fusão de estilos desembocando no Hard & Heavy!!!



(Thin Lizzy: (PRO) fusion of styles flowing into the Hard & Heavy!)


O quê se esperar de um trio formado na Irlanda, cujo o seu líder tem "um quê" de sangue Brasileiro?
Lembram-se de Rory Gallagher? Da Irlanda Folk? Do cenário de Blues e rock´n´roll vindos dos anos anteriores a 1969?
Pois é, esta é a fusão a qual nos referimos no título. Em meados dos anos 70, fui, (fomos), brindados com os lançamentos dos discos do Thin Lizzy por aqui na "terrinha" (leia-se , hoje, o nosso GRANDIOSO Brasil!)!!!!!
O Thin Lizzy, formado nos idos de 1969 por Phil Lynott (contrabaixo e vocais), Brian Downey (bateria) e Eric Bell (guitarras). Reza a Mitologia do Rock & Roll que o pai de Phil, chamado Cecil, era brasileiro e sua mãe irlandesa....


 Seus dois primeiros discos têm uma forte influência da música Folk e de Blues inglês, e a partir de seu terceiro álbum eles se tornam mais pesados, e a partir daí conseguem um grande conceito não só junto ao público rocker, mas também a outras bandas e músicos. Foi mais ou menos nesta época que Gary Moore, amigo de Lynott (desde os tempos do antigo e original Skid Row, não o americano dos anos 80!!), substitui temporariamente Eric Bell, até a entrada dos excelentes guitarristas Scott Gorham e Brian “Robbo” Robertson. Com esta formação clássica fizeram grandes, grandes discos! E um cem número de músicas que iam de uma ingênua suavidade, ao mais bruto Rock & Roll. De épicas, às mais pesadas e influentes músicas para as Bandas Hard & Heavies que viriam nas décadas seguintes.


'Still in love with you' - com um incrível solo e com uma “pitada” de Brasil em seu final -, 'Rosalie' – altamente contagiante e com um pedal wah-wah extremamente técnico no solo - , 'Fighting my way back' – com um trabalho de contrabaixo altamente convincente, uma marcação forte de bateria fazendo a “levada” da música, outro solo intrigante, um refrão marcante e uma guitarra de fundo bem disco (!!!???) - , 'Jailbreak' – riff instigante, outra interpretação fantástica de Phil e outro refrão arrasador -, 'The boys are back in town' – e alguém aí falou em uma marcação forte de bateria fazendo a “levada” da música, riff instigante, outra interpretação fantástica de Phil e outro refrão arrasador ?? Ah, ia me esquecendo da harmoniosa convivência das guitarras gêmeas - , 'Cowboy song' – esta só vocês ouvindo... uma obra de arte destes irlandeses - , 'Emerald' – Arrasador tema épico, excelentes convenções, as guitarras “falando” alto e uma incrível marcação de contrabaixo nos solos - , 'Don't believe a word' – perfeita! Um hino! - , “Bad reputation”, “Southbound”, “Dancing in the moonlight”, só são para mencionar alguns petardos daquela fase que termina com o magnífico disco ao vivo de 1978 - “Live & Dangerous”, sem sombra de dúvidas um dos maiores discos ao vivo de toda a História do Rock & Roll!!


Para o próximo disco, Black Rose, Gary Moore é de novo recrutado, desta vez para substituir Brian Robertson que já não estava mais em sintonia com a Banda devido ao uso abusivo de drogas e de sua índole um tanto quanto violenta – Robbo se envolvia em muitas brigas, o que lhe custou um dedo quebrado e a impossibilidade de tocar por uns tempos. Podemos destacar deste álbum as excelentes “Waiting for an alibi” e a faixa que empresta parte ao título “Roisin dubh (black rose) a rock legend”.


É a vez de Snowy White, outro excelente guitarrista substituir o fiel Moore, e com ele o Thin Lizzy produz mais dois álbuns e entre eles o excelente (na minha opinião) 'Renegade', com faixas explosivas como “Angel of death” - que fala sobre Joseph Mengele, “Renegade”, “The pleasure will blow” e “Leave this town” definitivamente formam um dos mais brilhantes 'LADO A' da história dos Lps, somente comparável a algumas pérolas que iremos abordar mais tarde.


Snowy sai da Banda em 81 é quando entra a jovem promessa da guitarra, vindo do Tygers Of Pan-Tang, John Sykes!! Com ele, Lynott e sua gang gravam o poderosíssimo e pesadíssimo 'Thunder and Lightining', um disco com um 'sangue renovado' pela presença agressiva de Sykes, que empurrava a Banda para frente...


Em 1983, com um Lynott totalmente envolvido com sua luta contra as drogas a Banda faz a sua “Farewell Tour” e registra no excelente álbum duplo “Live Life”, que todos os guitarristas anteriores participam, com exceção de Snowy.


Em 4 de Janeiro de 1986, infelizmente falece mais um gênio do Rock & Roll. Morre Phil Lynott decorrente de problemas com o uso de drogas. Até hoje John Sykes se reúne com antigos membros do Thin Lizzy e faz Shows em homenagem à memória de Phil.


Que DEUS o tenha!


 Agora, a nossa grande surpresa para vocês que freqüentam o nosso BLOG: “Funky Junction – Play a Tribute to Deep Purple”, lançado em 1973, Phil Lynott, Brian Downey e Eric Bell juntaram-se, por necessidade financeira ao tecladista e vocalista da banda irlandesa Elmer Fudd, e tocam uma versão instrumental de “The House of The Rising Sun” chamada simplesmente “Sun”, e mais “Fireball”, “Black Night”, “Strange Kind Of Woman”, “Hush” e “Speed King”, todas do Purple, divirtam-se com os links abaixo!!!


Discografia do Thin Lizzy:

1971- Thin Lizzy
1972- Shades Of A Blue Orphanage
1973- Funky Junction (Thin Lizzy) - Play A Tribute To Deep Purple.rar
1973- Vagabonds of the Western World
1974- Night Life 
1975- Fighting
1975- UK Tour 75-cd1
1975- UK Tour 75-cd2
1976- Jailbreak
1977- Johnny the fox
1977- Live At The Tower Theater (Philadelphia, PA – 10-26-1977)-cd1
1977- Live At The Tower Theater (Philadelphia, PA – 10-26-1977)-cd2
1978- Bad Reputation
1978- Live & Dangerous
1979- Black Rose
1980- Chinatown
1981- Renegade
1981- Renegade Tour ‘81-cd1
1981- Renegade Tour ‘81-cd2
1983- Thunder & Lightning
1983- Live Life-cd1
1983- Live Life-cd2
(*) - DICA de Vestibular: Para os arquivos referenciados pelo Sharebee, deêm preferência pelos links Megauploads.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Crucis: Uma raríssima jóia do Rock Progressivo !!!

Primeiro, e antes de tudo, como vamos abordar uma peça do GRANDE Rock Progressivo, aqui se faz necessário uma pequena DICA, que espero lhes seja útil. Procure ouvir qualquer faixa de qualquer Banda Progressiva relaxado, concentrado no som que você está ouvindo, e se possível em um ambiente propício para os diversos "mundos" que este tipo de som lhes levará. EU costumo ouvir com headphones e no silêncio de um local escuro. Bem, isto é só uma dica. Pode ser que dê certo com vocês também, e lhes ajudem a entender um pouco deste estilo mais complexo de Rock, às vezes barroco, às vezes sinfônico, ou simplesmente uma viagem psicodélica... Bem ... e lá vamos nós...

O cenário é Argentina em 1977, quatro excelentes músicos - um deles uruguaio - se reúnem pela segunda vez em um estúdio, e desta, para fazer uma jóia rara do Rock Progressivo Latino-americano e porque não dizer, Mundial?

A Banda é o Crucis, e o álbum se chama: "Los Delírios Del Mariscal", um clássico do gênero, quase que desconhecido pelas novas gerações rockers, e que apresenta aos amantes do Progressivo uma excelente Banda que vai das influências do Pink Floyd ao Jazz... Com certeza ALTAMENTE RECOMENDADO !!!

Em sua formação o Crucis contava com Gonzalo Farrugia, o uruguaio e baterista . Ele traz consigo uma forte influência jazzística conferida pela sonoridade tipo "lata" de seu instrumento. Junto com o contrabaixista Gustavo Montesano, dono um grande domínio de seu instrumento formam uma "cozinha rítmica" bastante coesa! Aníbal Kerpel é o tecladista "mezzo" Wright", "mezzo" Wakeman, e durante a audição deste registro vocês entenderão o que estou querendo dizer. Entre Moogs, Hammonds e outros tantos teclados Kerpel faz a "parede harmônica" que o Crucis necessita. E finalmente, para a mim, a Grande sensação e surpresa deste Álbum, o jovem guitarrista Pino Marrone. Marrone é considerado por nossos 'hermanos' como um de seus heróis da guitarra! Dono de uma técnica altamente apurada, extremamente melódico, muito ágil e com uma sonoridade "Gilmour-Santana-Jazz" Pino realmente mostra um enorme talento!

O disco tem apenas quatro faixas, a primeira é a única cantada no álbum, "No Me Separen De Mi", traz o vocal do baixista Gustavo, 'en español' (???!!??)... Hmmm... estranho.... mas até o refrão entrar, e a música logo depois passar a ser um tema altamente contagiante pela "levada" de Gonzalo na batera, e assim vamos até um final cheio de convenções... no mínimo interessante!

A segunda faixa é a 'ultra-viajante' e jazzística "Los Delírios Del Mariscal", que dá título à obra. Fantástico tema! Quem gosta da linha Progressiva vai amar esta música! São 10 minutos que a Banda lhe leva a cenários incríveis, basta para tanto fecharmos os olhos e deixarmos o som 'entrar'... Nesta música além do tema da introdução iremos encontrar uma influência escancarada do Pink Floyd, não só nas harmonizações de Kerpel, mas na guitarra "Gilmoriana" do competentíssimoo Pino. Sentimento, técnica e destreza... excelente solo e mais um surpreendente final! Dez, nota dez!! E assim encerra-se o lado A do disco. Oppppssss, e segue-se a audição do CD. Desculpe o meu ato falho, rsrsrsrs.

A terceira é "Pollo Frito", tema escrito pelo guitarrista e por aí voces já podem imaginar o que está por vir. Tendo como introdução um curto solo de bateria a música segue em uma "pegada" Jazz-Rock, até encontrarmos uma passagem típicamente progressiva 'A La Genesis' para depois nos depararmos com uma quebra de rítmo por um solo no início altamente sentimental, que depois força a Banda retomar a sua pegada Jazzística, até um inesperado duelo - teclado e guitarra, com um baterista ditando uma dinâmica rítmica riquíssima até a convenção final! Sem dúvidas outra preciosidade!
O último capítulo desta poderosa e rica 'viagem' é um exemplo de competência, "Abismo Terrenal". Desde o início Pino e seus amigos dizem para quê vieram. Um tema absolutamente forte e instigante! Você pode até se imaginar em uma estrada em um conversível, a alguns quilômetros por hora, com um enorme vento em seu rosto! Nesta faixa a Banda mostra todo o seu virtuosismo, com direito a solos individuais de seus membros e mais influências 'Floydianas' ! Sem mais, agora é só vocês ouvirem para saber do quê estou falando e poderem, vocês mesmos criarem os seus roteiros e cenários para as suas futuras viagens com esta magnífica Banda que nos deixou esta preciosidade como seu legado!